Paralimpíada deixa Rio mais acessível para pessoa com deficiência

A realização de uma Olimpíada trouxe para o Rio não só a possibilidade de preparar o maior evento esportivo do mundo. Trouxe a reboque três palavras que entraram na moda – legado, mobilidade e acessibilidade – que já fazem parte do vocabulário carioca. Junto com elas vieram ações que podem significar também a oportunidade de mudar a cara da cidade e torná-la mais inclusiva, não só para atletas e turistas, mas principalmente para a sua própria população.

Para receber milhares de atletas, paratletas e torcedores, a cidade está passando por uma série de obras e transformações, que ficarão como legado para a cidade. Algumas já levando em consideração o que os urbanistas chamam de desenho universal. Ou seja, que permitam a utilização por todo tipo de pessoa, seja ela idosa, criança ou com alguma deficiência física ou motora, como observa a arquiteta Vanessa Goulart, diretora executiva do Centro de Vida Independente (CVI), uma ONG que cuida de projetos para pessoas com deficiência. Ler matéria completa