Padilha nega que prolongar curso de medicina crie ‘serviço civil obrigatório’

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, negou nesta terça-feira (9) que a mudança nos cursos de medicina definida pelo programa "Mais Médicos", lançado pelo governo federal, crie um "serviço civil obrigatório". Esta medida prevê que as graduações de medicina tenham dois anos a mais, passando de seis para oito anos, a partir de 2015. O período vai significar um novo ciclo de formação em que os estudantes devem atuar no Sistema Único de Saúde (SUS).

"Os dois anos não têm nenhuma relação com serviço social obrigatório. [Esses anos] estão ligados às instituições formadoras, ou seja, esse médico em treinamento terá dois anos na atenção básica, urgência e emergência, ligados à instituição formadora. […] Não tem nenhuma relação com serviço civil obrigatório, com serviço social obrigatório", disse Padilha. Ler matéria completa