Cobrança pelo uso da água bruta de rios passa de R$ 103 milhões por ano

Criação de cabras e ovelhas com vista privilegiada, às margens do Rio São Francisco. Quando comprou o sítio em Juazeiro, na Bahia, há 12 anos, o criador de caprinos Geraldo Araújo tinha água à vontade e de graça. Ele nunca imaginou que diante de tanta abundância, teria que pagar pelo uso da água do rio.

A cobrança começou em 2011. Por toda água que usou para irrigar quatro hectares de capim e leguminosas, no ano passado, Geraldo vai pagar R$ 274, 56 e diz que acha justa a cobrança. “Vamos ver depois o que vem de benefício, mas no momento não onera muito porque é como se fosse uma taxa de R$ 25 por mês, o que não inviabiliza projeto nenhum”. Ler matéria completa